Os duelos estão formados!
Sábado teremos Fluminense x Vasco e domingo, Botafogo x Flamengo.
Após derrota [ridícula] pro Fla e empate com Olaria, Fluminense pega o Vasco na semi-final da Taça Guanabara. Vai ser pedreira, considerando todas as boas atuações do time da colina e ainda tem o Dodô em ótima forma. Diz o nosso técnico super inteligente [aff], CUca, que não tem favorito em nenhum dos jogos das semi-finais. Alow!!! Acho que ele tá assistindo a outro campeonato… Porque, sinceramente, quem não sabe que o Mengão é superior ao Fogão e que o Vascão é ao Fluzão!? Por favor, né… Mas a gente tá acreditando que o Fred não vai se machucar brincando com a filha e que El Loco vai se transformar no herói botafoguense!
Torcendo loucamente pelo Flu eu permaneço. E vamos esperar que os jogos, acima de tudo, sejam os melhores até agora, porque os torcedores dos quatro clubes merecem!
E só pra não perder o costume: o Diguinho poderia sumir tranquilamente, que eu nem sentiria falta…
Até à próxima!
E…
EU AINDA ACREDITO!!!
Quando o Vasco traçou seu 2010 sem as contratações de peso que esperava, não perdi a confiança. Sabia que o elenco tinha sido requalificado e que estava ainda mais competitivo. Sótemia mesmo a cara de bunda do treinador Vagner Mancini, e ainda não deposito nele lá aquela confiança toda. Mas devo admitir que tenho gostado de suas atitudes.
Em primeiro lugar, por ter tido a sensibilidade de colocar o Philippe Coutinho na vaga que o Pimpão fez questão de jogar pelo ralo. Por mais que o esquema de jogo tenha ficado um tanto complexo – três volantes, dois meias e um atacante – a coisa dá certo pela qualidade no passe que o time mostra. E isso ficou bem claro nos 6 x 0 em cima do Botafogo, domingo. Como Fagner e Márcio Careca também têm essa característica de jogar por dentro, o setor ofensivo do Vasco tem boa possibilidade de desenvolver um toque de bola bem envolvente e cheio de alternativas.
Para o jogo de quinta-feira, Carlos Alberto e Dodô não jogam. Mas a mudança que me chamou a atenção foi a para a vaga do Fagner, bom jogador, mas canelinha de vidro inveterado. Ao colocar o Thiago Martinelli ali, o Vagner Mancini sinaliza a possibilidade de o time jogar com um sistema diferente: um zagueiro cobrindo a direita, dando mais liberdade ao meio e até ao Márcio Careca. Como infelizmente não dá para confiar em Fagner e Élder Granja, isso é fundamental.
Dorival Júnior fez um excelente trabalho, mas só desenvolveu alternativas ao batidinho 4-4-2 quando foi obrigado. E com o elenco variado que tem, o Vasco tem tudo para ter muitas opções.
Depois de um mês praticamente parado, retomo os textos enfatizando o início do Campeonato Carioca, alardeado por
grande parte da imprensa como “O mais charmoso do país”. Porém nos últimos tempos, grande parte da imprensa pede em coro o fim dos estaduais. Como parte dos esforços para adequação do calendário brasileiro ao europeu, os estaduais com seu caráter bairrista estariam fadados a falência. Considerado por muitos um título menor. Realmente é menor, mas não é desprezível. É a chance dos times serem campeões. Ficaremos como a Inglaterra, onde um time como o Newcastle, que está em um jejum de títulos a quase cinquenta anos!!
Ora, acho acabar com os Estaduais uma barbárie. Imagina um sujeito que mora no Mato Grosso! ele nos últimos tempos só se sustenta futebolisticamente por conta dos estaduais. É fácil criticar os estaduais, torcendo por um grande clube do sul ou do sudeste. Quero ver como ficarão os clubes do Piauí, ou do Maranhão? Pela universalização da alegria do futebol. Salvem os estaduais!
Só eu atualizo essa merda.
Quando eu tiver saco, eu reformulo isso aqui, deixando quem realmente quer contribuir com o blog.
Foda que o Blog tem 800 pessoas pra escrever, e, ok não ter tempo ou inspiração pra escrever, mas deixar um comentário, não custa.
Enfim, mal aê pelo desabafo.
Dorival pediu alto e meteu o pé. Aí, o preferido era Ney Franco. Mas ele quis cumprir o seu contrato com o Coritiba até o fim, que vai até Maio. Aí falou-se em Mário Sérgio. Falou-se em Tite. E chegou-se ao nome de Antônio Carlos Zago.
O cara foi acusado, quando era jogador do juventude, de chamar um jogoador do Grêmio, Jeovânio, de macaco e de fazer gestos racistas se referindo a ele.
Numa atitude inédita, a torcida foi contra e fez manifestações de desagrado àquela especulação. Especulação não, já que era, de fato, a escolha do Presidente, que estranhamente deu a declaração de que “quem decide é ele”. Porém o bom senso lhe bateu à porta e ele voltou atrás, sabiamente.
Não que ele vá ficar marcado para sempre por esse episódio, e terá sua carreira de treinador manchada por um erro que ele cometeu. Aliás, até vai. Nem se discute a sua competência, que ele vai ter que provar por aí, já que é treinador há pouco tempo. O grande lance é que ele poderia treinar qualquer Clube do Brasil, menos o Vasco. Por mais que ele diga que não, que foi um mal entendido, a sua atitude racista, não combina com o Vasco, primeiro Clube a ter um time com negros e operários (alguns vão falar de Bangu ou de outro no interior de São Paulo, mas um time inteiro, pioneiro foi o Vasco) e ter um Presidente negro.
O Vasco é vanguarda e mais uma vez foi pioneiro.
