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Top 10 Humilhações – Flamengo

1 julho, 2009

Retirado de http://www.impedimento.wordpress.com. Alguns torcedores escreveram sobre as humilhações sofridas por alguns times do Brasil e reproduzimos aqui o dos times do Rio.

10 – Segunda fase do Brasileiro de 85

Vamos combinar que o Brasileirão de 85 (Coritiba e Bangu fizeram a finalíssima) é tido e havido como o campeonato brasileiro mais mal parido de todos os tempos. Mas isso não serve de desculpa quando o Flamengo classifica-se para segunda fase (44 times jogaram a primeira fase!) para pegar um grupo composto por Brasil de Pelotas, Bahia e Ceará e não avança para a fase seguinte! Cantarelli, Leandro, Mozer, Jorginho, Andrade, Adalberto, Bebeto, Adílio, Chiquinho, Gilmar e Marquinhos foram os protagonistas de tal façanha. O Mengão deu mole para o Brasil de Pelotas!

9 – Fla 0×3 Bangu – Carioca 66 – 18/12/1966

bangu66

O Bangu conta, em sua história, com dois campeonatos dignos de nota: os Cariocas de 1933 e 1966. Vamos relevar o que contam os homens da época, que garantem que em 1966 o Bangu era um timaço, um verdadeiro escrete de ouro, um rolo compressor – sua campanha foi de 15 vitórias, dois empates e apenas uma derrota, para o Flamengo, no primeiro turno. Logo, convenhamos, mesmo que seja uma derrota em final para o Bangu, o Flamengo não havia perdido para um Bangu qualquer, mas para O BANGU. Portanto, cadê o vexame? Então, consta que aos 25 do segundo tempo, tal placar de 3×0 já estava feito em favor do Bangu. Veja abaixo reportagem de Placar sobre o ocorrido e sinta o drama:

“Aos três minutos do segundo tempo, a maioria dos torcedores rubros negros estavam calados. O placar de 3×0 para o Bangu era um sinal vidente da derrota, pois, além da diferença nos números, o adversário dominava o jogo. Os caminhos da reação pareciam fechados. Vinte e seis minutos e tudo estava na mesma. De repente, o futebol acaba, cedendo lugar a uma das maiores confusões já registradas no maracanã.

O lateral Paulo Henrique se preparava para cobrar um lateral quando Ladeira tentou impedir e provocou o jogador do Flamengo. Paulo respondeu com palavrões e recebeu uma bofetada do atacante do Bangu. Almir estava ligado na partida e disposto a tudo para não aumentar a humilhação. Era demais para uma tarde só. Primeiro, os frangos de Valdomiro, que mais tarde foi acusado pelo próprio Almir de ter se vendido. Depois, as contusões de Carlos Alberto e Nelsinho. Agora, o tapa de Ladeira.

Almir perde inteiramente o controle. Partiu, desesperadamente, na direção a Ladeira, que prefere correr, mas em direção a zaga do Flamengo. Itamar, um negro forte de 1,85 e chuteira 43, pula com os dois pés no peito do atacante, que cai. Almir que vinha correndo chutou sua cabeça. A esta altura, o gramado do Maracanã já era palco de uma verdadeira loucura coletiva. Ari Clemente do Bangu, vem por trás de Almir e agride o pernambuquinho. Imediatamente é cercado por Silva, Itamar e o próprio Almir.

A torcida do Flamengo, até então calada com a derrota, resolve agitar suas bandeiras, como se cada soco, cada pontapé, valessem como um gol que o time não conseguiu fazer. E num desabafo começa a gritar – Almir, Almir, Almir.

Ladeira deixa o campo de maca. O juiz Airton Vieira de Moraes, conversa com o treinador Reganeschi, que consegue tirar Almir do campo. Mas, quando Almir vai descendo o túnel ouve alguém gritar – “Volta Almir. Acabe de vez com festa deles”. Foi o suficiente. Ele dá meia volta e parte novamente para o gramado. É ameaçado pelo goleiro Ubirajara e lhe dá um soco. É cercado por Ari Clemente, Mario Tito, Luis Alberto e Fideles. Almir começa a distribuir socos prá todo lado. Bate e apanha. Silva e Itamar correm em seu socorro.

A muito custo, os policiais conseguem dominar Almir e levá-lo definitivamente para fora do campo. Sua saída lembra um lutador de box deixando ringue após um combate. Os espectadores se dividem em vaias e aplausos. No meio do campo, o juiz Airton Vieira de Moraes resolve expulsar cinco jogadores do Flamengo: Valdomiro, Itamar, Paulo Henrique, Almir e Silva. E mais quatro do Bangu: Ubirajara, Luis Alberto, Ari Clemente e Ladeira.

Futebol não teve mais. Os banguenses deram a volta olímpica com poucos aplausos. A torcidas do Flamengo vaiava e grita o nome de Almir.”

8 – Flamengo 2 x 2 Grêmio – Copa do Brasil 1997 – 22/05/1997

Flamengo e Grêmio se enfrentaram valendo a Copa do Brasil em 97, que permitiria ao vencedor a vaga na Libertadores de 98. O Flamengo contava com o Baixinho no ataque, além do superestimado Sávio e do outro lado, havia a dupla Carlos Miguel e Paulo Nunes, aquela paquita que depois se bandeou pros lados palmeirenses.

Na primeira partida no Olímpico, um diplomático zero a zero garantiu ao Urubu a moleza de faturar a bodega com um reles 1×0 diante de seu torcidão no Maraca. Chegou então o grande dia e para ver o Mengão campeão, 95 mil pessoas se espremeram no Maracanã.

Qual o quê?, parafraseando um tricolor, este carioca.

Mal começa o jogo e o Fla me toma um gol de João Antônio, que, segundo um relato de torcedor gremista me dito em viva voz há cerca de dois dias “Até aquele jogo nunca tinha feito porra nenhuma”. Feroz, o Urubu reage e vira a peleia para 2×1, pondo uma das mãos no troféu e levando a massa de 95 mil a gritar “é campeão” e “tomar no cu, Eurico”, apesar do jogo em si não afetar a contextualidade do Vasco da Gama. Porém, aos 34 do segundo, Carlos Miguel se vê dentro da pequena área, a bola redondinha em sua frente e o arqueiro rubro-negro a rezar pelo sobrenatural, que não acontece, assim como o título do Flamengo.

7 – Flamengo 2 x 0 Palmeiras – Campeonato Brasileiro 2001 – 02/12/2001

edmundosantossilva

Sim, uma vitória. Porém, humilhante e vergonhosa. No ano de 2001, o Flamengo tinha como seu presidente o digníssimo senhor Edmundo Santos Silva. Tal figura se tornou notória por ter sido o primeiro presidente do clube a ser posto pra fora do cargo durante seu mandato, tamanha quantidade de lambanças e falcatruas em que se metia. Certa vez, diante de uma blitz onde agentes da Receita adentraram no Flamengo em seu encalço, Edmundo saiu fugido de seu gabinete, literalmente, pelos fundos.

No Brasileirão de 2001, o Flamengo dava sinais muito periclitosos de que disputaria a segundona em 2002. O final do campeonato ia chegando e nada do Flamengo se emendar, as derrotas iam se somando a paciência da torcida com o elenco se finando. O time, que havia conquistado o Carioca e a Copa dos Campeões, avançava rumo às finais da Mercosul e só fazia água no Nacional.

Nas rodadas finais, a situação era de um perigo tal que a direção do time abriu mão de mandar seus derradeiros jogos em casa no Maracanã para jogar em Juiz de Fora, Minas Gerais. Caso o pior acontecesse, os jogadores estariam longe da fúria que tomaria conta da torcida. Num jogo dramático, o Flamengo venceu o Palmeiras por 2×0 e escapou da degola, ficando com um honroso 24º lugar.

Que situação…

6 – Fla 1 x 4 Vasco – Semi-final Campeonato Brasileiro 1997 – 03/12/1997

Em 1997, o Fla mais uma vez montou um time que chegava nas decisões, porém, não levava. No início do ano, ainda com Romário no elenco, o Fla havia perdido a Copa do Brasil para o Grêmio em pleno Maracanã. Para o Brasileirão, o Mengo contava com Sávio (vendido para Espanha durante o torneio), Lúcio (ex-Goiás), Iranildo (ex-Botafogo), Juan na zaga (sim, ele mesmo) e também somava em campo perebas e falcatruas lendárias como Júnior Baiano, Athirson, Piekarski e Jamir.

O rival cruzmaltino fazia chover no campeonato graças a Edmundo, que jogou como ninguém mais no ano corrente de 1997. Rivais se pegaram no Maraca valendo classificação pras finais do Brasileirão. E o Vasco trucidou a gente, com um particular requinte de maldades executadas por Edmundo, que anotou três gols, o último deles especialmente humilhante ao driblar Júnior Baiano de tal forma que o zagueiro não deve ter ainda hoje compreendido bem o que se passou. Maricá, vejam bem, MARICÁ balançou as redes de Clemer.

No final, Renato Portaluppi, em seu canto de cisne, foi sacado do banco urubu para tentar operar um milagre, mas era tarde. Rubro-negros tiveram que ver os bacalhaus partirem para a decisão (e posterior título) após uma exibição de gala.

5 – Fla 0 x 1 Vasco – Final Carioca 1988 – 22/06/1988

44 do segundo tempo, decisão do campeonato, Flamengo zero, Vasco também zero. Um jogador de apelido Cocada irá brilhar neste jogo. Cocada, reserva do Vasco saído do elenco rubro-negro tem seu instante de glória diante do Flamengo. O texto abaixo está na comunidade do orkut “Cocada – Eterno Triunfo”, escrito por Marcelo Panoeiro. Leiam e emocionem-se.

“Você não tem talento, procure outra profissão.”

Amargurado, Lucas partiu.

Quiseram, porém, os deuses, marcar novo encontro. A noite chuvosa daquela quarta-feira, 22 de junho de 1988, fez-se cenário para o desfecho.

De um lado, a arrogância do rubro-negro Carlinhos, do outro, Lucas ostenta no peito sua cruz. O zero a zero perpetua-se no placar e aos 43 minutos do segundo tempo, o destino caprichosamente chama por Lucas.

O placar anuncia, sai Vivinho, entra Cocada. O amargor de Cocada dá lugar à doçura do menino e, aos 44, arrancando pelo meio, rompe o campo, vê Romário, mas num ato de egoísmo sente na alma o menino.

Chuta.

Explosão de alegria e glória no Maracanã.

Despido, Cocada atira sobre Carlinhos seu manto, seu sonho. O vilão é crucificado em pleno templo. Eis o peso da cruz, a cruz de malta.

Aos 45, Lucas volta a ser Cocada e é expulso, pois assim quiseram os deuses, dar ao menino apenas 3 minutos, mas de eterno triunfo.”

Dureza, hein.

4 – Fla 2 x 3 Flu – Final Cariocão de 95 – 25/06/1995

Faltavam poucos minutos para o Flamengo faturar o Carioca no ano de seu centenário. Após o adversário tricolor abrir o placar e ampliar a vantagem para 2 x 0, o Mengo, vencedor do 1º turno (Taça Guanabara), treinado por Vanderlei Luxemburgo e contando com o melhor atacante do mundo em suas hostes, Romário, tratou de empatar o jogo, resultado que lhe daria a taça. A torcida já cantava o campeonato, era uma alegria só, mais de 100 mil pessoas no Maracanã. Foi então que Aílton avançou pela direita e se livrou de Branco, chutando cruzado ao gol flamengo.

A bola passaria rente às traves, mas se resumiria a um susto final se não fosse a presença e o gênio de Renato Portaluppi, camisa 7 do Flu, ex-camisa 7 do Fla, da Seleção, do Grêmio. Renato, impávido, tem o reflexo de sair do caminho do chute de Aílton mas a bola, graciosa e meretriz, resvala em sua barriga o suficiente para tomar o rumo do gol e desgraçar aquele domingo e a posterior segunda-feira de milhões de rubro-negros.

O Flu saía de uma fila de 9 anos e o Fla começava a amargar a uruca que foi seu ano do “sem ter nada”.

3 – Fla 0 x 3 América do México – 7/5/2008 – Libertadores

flaamerica

O “Cabañazzo” protagonizado pelo Fla não foi apenas um fiasco rubro-negro, mas o pior vexame esportivo do ano. O que era, afinal, aquele time do América mexicano? Francamente.

O Flamengo havia começado 2008 com ares de fênix e disposto a continuar o desempenho mágico da “Tropa de Elite” do Papai Joel no 2º semestre de 2007, esculachando e espinafrando adversários. Havíamos faturado a Taça Guanabara com sobras e nos classificado bem na fase de grupos da Liberta. O time decidia simultaneamente o (bi) campeonato carioca e as oitavas de final do torneio continental e, até o distinto jogo, liquidava a ambas faturas com louvor.

Venceu a primeira partida da decisão do estadual diante do Botafogo, viajou para o México onde atropelou (4×2) o América em pleno Azteca, retornou ao gramado sacro do Maraca para a finalíssima do cariocão onde sagrou-se bicampeão carioca (o tal jogo do chororô) e então, havia aquela baba na quarta de noite, o América do México e seu centroavante rechonchudo e paraguaio.

Ai, ai.

Pra quem já se esqueceu, no meio dessa farofa toda, Joel assumiu o comando da Seleção da África do Sul e faria do jogo contra o América sua despedida do Mengão, sairia carregado de campo por ter reconduzido o clube a caminhos ambiciosos e mais dignos de sua grandeza, patati, patatá. Entrou em campo a brilhante diretoria flamenga, que resolveu transformar o jogo contra o América em festa (afinal, a vaga da Libertadores já estava no papo, lembram-se?).

Podendo perder por 2 gols, podendo simplesmente cozinhar o adversário num modorrento zero a zero, o Flamengo – diante de 50 mil torcedores – teve a desfaçatez de tomar não um, não dois, mas três notórios gols do América. Cabañas, autor de dois, saiu do Maraca para as capas de jornais e para os piores pesadelos da maior torcida do mundo.

Papelão.

Ou melhor, papelazzo.

2 – Fla 0 x 6 Botafogo – 15/11/1972 – Cariocão

O aniversário do Mais Querido no ano de 1972 ficou marcado por meia dúzia de gols marcados pelo Botafogo numa mesma noite sobre as redes flamengas. Lembro do jogo porque nesta dia, meu avô, falecido botafoguense, levou minha avó, flamenguista, para verem o jogo no Maracanã. Diante do 6×0 sofrido na pele, minha vó nunca mais foi a um estádio ver seu time de coração jogar.

Durante 9 longos anos – o Mengão deu o troco em 81 – sempre que o escrete urubu subia as escadas rumo ao gramado do Maracanã, a torcida do Botafogo ostentava uma faixa lembrando da trágica noite dos 6 gols para os jogadores do urubu não se esquecerem. Gerações e gerações rubro-negras jamais engoliram a execrável goleada.

Quase todo mundo é unânime em se avexar diante de uma derrota de seu esquadrão para o São Caetano, certo? Pois imagine então o drama que é ver seu time perder um campeonato para o Santo André. Nós, rubro-negros, não precisamos imaginar – cerca de 80 mil dos nossos testemunhou essa verdadeira tragédia em pleno maraca na noite de 30 de junho de 2004, eu incluso.

Creiam-me, não pode haver nada menos vil do que ver sua vaga de Libertadores parar nas mãos de um time treinado por PÉRICLES CHAMUSCA – vou até repetir, pra deixar bem eloquente: PÉRICLES CHAMUSCA.

Certos da vitória, do título e da vaga consequente pra Libertadores 2007, a torcida lotou o Maraca na expectativa de gritar “é campeão” pelo resto da noite. Eu fui junto de uma amiga que nos conseguiu passes para as cadeiras cativas e foi a última vez que pisei no Mário Filho para testemunhar a glória e o amor de ser Flamengo.

Após um primeiro tempo zerado, a Magnética cantava o provável título – na partida de ida, em SP, Athirson, recém-repatriado, empatou o jogo em 1×1 no frigir dos ovos ao cobrar uma falta do meio da rua e o arqueiro rival aceitar. Eis que veio o segundo tempo e o Flamengo, campeão carioca, sob a batuta de Felipe e seus desconcertantes dribles e treinado por Abel Braga sucumbe a dois tentos de Sandro Gaúcho e Elvis (sic!). Elvis!! Foi demais pra qualquer um.

Lembro ainda hoje do Abelão chorando no vestiário em transmissão do Sportv após a tragédia, dizendo não entender o que havia se passado em campo. No ano seguinte, Abelão levaria o Flu às finais da Copa do Brasil e perderia de novo, pasmem, entregando o título – e uma Libertadores ‘08 – para o Paulista de Jundiaí.

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14 Comentários leave one →
  1. Robbie permalink
    1 julho, 2009 4:35 pm

    ACHO QUE A DERROTA PRO AMÉRICA A PIOR DE TODAS!

  2. 1 julho, 2009 4:59 pm

    Essa da Copa do Brasil em 97 foi foda =/

    Eu tava lá, perdi até a aula no dia seguinte =((((((((((((((((((((((((((((((((((

  3. Dudu permalink*
    1 julho, 2009 5:21 pm

    Não se pode vencer sempre, hahaha

  4. Dudu permalink*
    1 julho, 2009 5:25 pm

    Esse aí do Grêmio eu lembro que no dia do jogo tava no colégio, me preparando pra uma possível zoação dos flamenguistas chatos, hahaha

    Eu acho a pior o do América… eu tava voltando de SJ, dps de uma goleada de 5×1 frente o poderoso Corinthians/AL… aí começou o jogo do Fla, caguei total… qd chego em casa, 3×0… ri mt! rs

  5. 2 julho, 2009 9:59 am

    é… a do Amperica é realmante a pior… mas lembro que a do GRêmio pela Copa do Brasil me causou imensa satisfação…

    AH, eu tô maluco!!

  6. Valinhos permalink
    2 julho, 2009 11:51 am

    Esqueceu-se do Botafogo 1 x O Flamengo, na Taça Guanabara de 1997, no qual o Glorioso colocou apenas seus suplentes, incluindo treinador (Valinhos substituiu Joel Santana) e motorista do ônibus. Mesmo assim, Sávio, Romário e etc. perderam c/ gol de Renato Pé-Murcho. Uma inesquecível façanha às avessas…

  7. permalink
    2 julho, 2009 12:35 pm

    Eu me lembro que nessa do América, ninguem tava acreditando que os flamengos iriam perder, tanto que a transmissão toda hora era cortada por causa da prisão do casal Nardoni.
    O mwelhor foi o Bruno e o Obina saindo chorando.

  8. permalink
    2 julho, 2009 12:38 pm

    E o Zico sempre disse que tinha uma raiva maior do Botafogo por causa daquela goleada HUMILHANTE.
    Ó Meu Mengão nós gostamos de vo6.

  9. 2 julho, 2009 12:50 pm

    A do América foi totalmente sem comparação. O casal Nardoni sendo preso e os gols rolando. A coisa foi indo devagar: “Oba, o Flamengo pelo menos vai perder”; depois: “Oba, vai passar sufoco no final”; e finalmente: “meu Deus!”.

  10. Gustavo permalink
    2 julho, 2009 4:09 pm

    das vergonhas q eu vi , a do América(MEX) é realmente a pior.. mas em 1968 teve uma que foi tão humilhante como essa, entre Botafogo e Flamengo. Os dois tinham se enfrentado e o placar foi 0x0, e depois do jogo os jogadores do flamengo deram volta olímpica no maracanã e tudo , pois precisava apenas de uma vitória simples contra o Bonsucesso para ser campeão da Taça Guanabara. o Botafogo,que também já acreditava que a taça ia parar na gávea , resolveu fazer uma viagem, até saber do resultado.. 2X0 para o Bonsucesso. Isso forçou um jogo um jogo extra entre Botafogo x Flamengo , e o Botafogo ganhou por 4×1. foi a volta olímpica de marcha-ré. uhauhahuahuhuahuauha

  11. Mariana permalink
    2 julho, 2009 5:14 pm

    A data está errada, Fla x América do México foi em 09/05 … Impossível levar a sério esse post repleto de informações infundadas como essa citada!

  12. Mariana permalink
    2 julho, 2009 5:14 pm

    hihihihi

  13. Dudu permalink*
    2 julho, 2009 5:39 pm

    Pois é, mas quem errou foi vc, conforme provado em GTalk…

  14. Wilker permalink
    12 setembro, 2011 11:21 am

    Você se enganou,a derrota do Fla pro Santo André foi em 2004,e a do Flu pro Paulista foi em 2005.Tanto é que o Flu jogou sim a Libertadores de 2008,ficando com o vice-campeonato.

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